terça-feira, 24 de agosto de 2010

Doida.


Penso muito sobre a palavra loucura. Ou melhor, louca. Porque não é o substantivo que condiz com minha forma de ser, é o adjetivo, mesmo! Louca, louca, louca.
Ouço essa palavra pelo menos uma vez por dia [nos piores dias], no meus "melhores" ouço mais de 5.... e há quem ache que me incomodo. Ser louco é ser você mesmo. É rir do que não tem graça, é amar aquilo que não se tem, é parar para admirar um único acorde de uma música celta**, é dormir até o corpo doer, de tanto descansar... é dizer te amo, sem ter a plena certeza do que signifca a palavra AMOR. Melhor que isso... é não se sentir nem um pouco culpada (ou preocupada) com os efeitos que isso pode causar.

Inconseqüência. Está aí. Ser louco é ser inconseqüente. É pirar, é ser tudo..e nada, ao mesmo tempo.

Como achei um texto ótimo sobre esse assunto, vou mudar meu adjetivo, se importam? Louca não! DOIDA, mesmo!

Porque ser santa.... é loucura demais pra mim.
Leiam Doidas e Santas- Martha Medeiros

** a música celta é em homenagem a Isa!

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